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domingo, 18 de setembro de 2011


O Churrasco

Queimando a Carne

            Pude observar um processo físico (comportamental) que ocorria durante uma festa do grupo dos jovens na minha igreja, onde havia uma comemoração de aniversário de um dos jovens.
            Na ocasião havia um churrasco; onde eu parei e estive a analisar e a comparar o comportamento das brasas na churrasqueira com os crentes dentro da igreja.
            Ao iniciar o processo para incendiar o carvão, o jovem se dispôs de combustível e uma fagulha de fogo. Algo que provocasse uma pequena chama dentro da churrasqueira. Os carvões que estavam mais próximos do fervor inicial, se incendiaram primeiro, mas, logo começaram a se apagar, pois era preciso haver uma manutenção da fogueira até que estivessem em brasas. Era preciso que o jovem estivesse sempre por perto, cuidando para que os carvões não aquecidos, acabassem sufocando os incendiados.
            Bem organizada a fogueira dentro da churrasqueira, em pouco tempo quase todos os carvões estavam em brasas, e alguns pegavam fogo e expandiam o calor para os que estavam próximos, causando uma reação em cadeia.
            O fogo porém, precisava ser alimentado, então o jovem vinha e despejava novos carvões (novos convertidos) sobre a fogueira. Ao colocar os novos carvões, os que ficavam por baixo, serviriam de suporte para facilitar a incendiar os recém chegados, mas, se não tivesse cuidado, aqueles novos carvões não experimentariam do calor das brasas, pois facilmente estavam sufocando os que estavam já há muito tempo.(estavam cansados)
            O rapaz então veio e começou a abanar sobre a churrasqueira, provocando assim, vento, e com isso alimentando o fogo novamente, e os novos carvões agora, estavam a pegar fogo.
            Todas as vezes que o fogo se apagava, os carvões ficavam apenas em brasas. Permaneciam aquecidos, mas, sem fogo para expandir, tinham calor apenas para si mesmo, porém, com o tempo se esfriariam, pois não podiam gerar calor próprio, nem compartilhar. Durante este processo, vi que sobre as brasas, caía o óleo da carne que estava sobre a churrasqueira. E quanto mais a carne era queimada, mais óleo caía sobre as brasas, e todas as vezes que o óleo era derramado sobre as brasas, elas se incendiavam e geravam chamas sobre elas, e contagiavam todas as outras brasas ao seu redor. E sempre que uma estava a se apagar, vinha outra incendiada e dava suporte para a que estava a se esfriar.
            Pude notar também que os carvões que ficavam escondidos, pelas bordas, raramente recebiam calor, e tinham muito poucas chances de vir para o meio. Pois, o rapaz preferia trazer uma porção nova de carvão que juntar aqueles que estavam pelos cantos.
           
            Assim acontece espiritualmente com nossas vidas...


Pr. Felipe Miranda

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